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David Bruckner assume Smile 3: Paramount confirma novo diretor para a franquia

Publicado em 31/10/2026 · 5 min de leitura

Paramount deu o próximo passo na expansão da franquia Smile: o estúdio confirmou que David Bruckner será o diretor de Smile 3, enquanto o roteirista Nick Antosca assina o roteiro. A mudança de comando acontece com Parker Finn — criador da série de filmes — mantendo-se a bordo como produtor executivo. A notícia limpa o caminho para o desenvolvimento formal do terceiro capítulo, mas deixa várias perguntas abertas sobre protagonista, título oficial e sinopse.

O que foi confirmado

Informações anunciadas pelo estúdio e reportadas pela imprensa indicam o seguinte:

  • David Bruckner foi contratado para dirigir Smile 3. Bruckner comandou recentemente o reboot de Hellraiser.
  • Nick Antosca ficará responsável pelo roteiro. O nome aparece associado a projetos como Verity e Cape Fear (citados pela cobertura inicial).
  • Parker Finn, criador da franquia e diretor do primeiro Smile, concebeu a estrutura do terceiro filme e seguirá como produtor.
  • Jonathan Fass atuará como produtor executivo do projeto.
  • Detalhes como título oficial, sinopse completa e protagonista ainda não foram divulgados publicamente.

Contexto: por que Smile virou franquia e o que o sucesso significa

O primeiro Smile apresentou a premissa de um terror psicológico centrado em uma terapeuta que presencia um ato chocante e, a partir daí, lida com visões e eventos sobrenaturais. Com atuação de Sosie Bacon, o filme se destacou nas bilheterias: tornou-se o filme de horror original mais rentável de 2022. O segundo longa, estrelado por Naomi Scott como Skye Riley — uma popstar que enfrenta eventos perturbadores enquanto se prepara para uma turnê — ajudou a transformar Smile em uma força comercial, levando a franquia a ultrapassar a marca de US$350 milhões em arrecadação global.

Esse desempenho explica a pressa em ampliar a série. Nos bastidores, franquias de horror com premissas que permitem mudar protagonistas e ambientação são vistas como modelos escaláveis: mantêm a mitologia central enquanto renovam personagens e cenários para atrair novos públicos.

Quem é David Bruckner — e o que isso pode significar para o tom do filme

Bruckner ganhou atenção na cena do terror contemporâneo por trabalhos que reimaginam clássicos e por abordagens visuais e atmosféricas do gênero. Recentemente, ele assumiu a direção do reboot de Hellraiser, projeto notório pelo tom visceral e pela mitologia complexa. Além disso, ele tem outros trabalhos em desenvolvimento, como um remake de The Blob na Warner, uma adaptação de The Caretaker com Sydney Sweeney na Universal e Mice, original da A24.

A contratação de Bruckner sugere que Paramount busca alguém com sensibilidade para horror moderno — capaz de equilibrar sustos com construção de atmosfera e, possivelmente, de ampliar a mitologia do universo Smile. Ainda assim, cada diretor imprime sua própria leitura, e a mudança de Finn para Bruckner na direção abre espaço para alterações de tom e abordagem narrativa.

O que ainda não sabemos

Apesar da confirmação do diretor e do roteirista, vários pontos-chave permanecem sem resposta pública:

  • Quem será o protagonista de Smile 3 — a franquia tem alternado personagens entre os filmes, e é provável que o terceiro também apresente um novo rosto principal.
  • Qual será o título oficial do filme. Entre fãs já circula a brincadeira com Smil3, mas nada foi confirmado.
  • Qual a linha narrativa exata: Parker Finn apresentou o esqueleto da história, mas a versão final do roteiro de Nick Antosca ainda não foi divulgada.
  • Datas de produção e lançamento também não foram anunciadas até o momento.

Fatos x rumores

Fato: Bruckner e Antosca estão oficialmente ligados a Smile 3 e Finn figura como produtor. Rumor/expectativa: o filme deverá ter protagonista novo e pode ajustar o tom da série, mas isso ainda não foi confirmado pelo estúdio.

Por que isso importa

Troca de diretor em uma franquia é sempre um ponto de atenção. Quando o autor original — no caso, Parker Finn — transfere a direção para outra voz criativa, o risco e a oportunidade andam juntos. O risco está em perder elementos que fizeram o público se conectar com os filmes anteriores; a oportunidade é evoluir a série, evitar repetição e explorar novas facetas do conceito sobrenatural que sustenta Smile.

Além disso, o envolvimento de nomes como Nick Antosca traz expectativas sobre a qualidade do roteiro: Antosca tem experiência em gêneros limítrofes entre suspense e terror, o que pode reforçar a intenção de manter a franquia relevante tanto comercialmente quanto criticamente.

Análise VOID NERD

O anúncio de David Bruckner soa sensato para quem quer preservar o apelo do horror moderno sem se apoiar apenas em jump scares. Bruckner tem histórico de trabalhar com material que exige renovação estética e de mitologia; isso pode ser positivo para Smile 3, especialmente se o objetivo for expandir o universo em vez de replicar fórmulas.

Por outro lado, a ausência de informações sobre elenco e história cria uma zona de expectativa que pode frustrar fãs se a sequência optar por caminhos muito diferentes sem um bom embasamento narrativo. Manter Parker Finn como produtor é um acerto: permite continuidade criativa, mesmo com uma nova direção.

VEREDITO VOID NERD

Confirmado: a escolha de David Bruckner para dirigir Smile 3 é uma aposta lógica que privilegia experiência em horror contemporâneo. Risco: a mudança de direção exige cuidado para não diluir a identidade criada por Parker Finn. Resultado esperado: potencial para revitalizar a franquia, desde que roteiro e direção conversem bem com a proposta original.

Seguiremos acompanhando para trazer atualizações sobre elenco, título oficial, cronograma de produção e quaisquer sinopses ou trailers que o estúdio liberar.

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